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8 dicas para você economizar em viagens

Viajar pode ser caro. Muito caro. Mas também pode ser bem mais barato do que você imagina. Como qualquer coisa na vida, quanto mais a gente viaja, mais a gente aprende. Com isso, aprendi a desenvolver estratégias pra conhecer outros lugares gastando pouco – e passando menos perrengues do que naquelas primeiras viagens.

Veja abaixo dicas de como você pode fazer com que a sua próxima viagem caiba no seu bolso:

1.Escolha um destino barato

Muitas vezes a gente foca em destinos com custo de vida alto e preços muito turísticos enquanto que o mundo está cheio de opções mais em conta e não por isso menos interessantes. O Sudeste Asiático, por exemplo, é o queridinho dos mochileiros, em parte pela grande vantagem financeira. A América Latina, é claro, oferece não só passagens com preços interessantes pra quem está no Brasil, como também moedas menos valorizadas que a nossa.

Uma dica pra quem não sabe por onde começar é consultar listas como esta, que mostra 7 cidades no mundo onde o real vale mais.

2. Passe mais tempo em cada lugar

Deslocamentos podem ser caros, tanto entre uma cidade e outra quanto na mesma cidade, especialmente quando você tem pouco tempo e quer ver mil coisas de uma vez só. Além disso, quanto mais tempo você passa num destino, mais você conhece o lugar… Viver “como um local” é bem mais barato, além de lhe permitir descobrir pequenos e grandes tesouros em termos de gente, cultura e lugarzinhos especiais.

3. Escolha hospedagens alternativas

Quer economizar de verdade? Evite hotéis. Com algumas exceções, a hospedagem é um dos itens mais pesados no orçamento de viagem.

Acho que a mais óbvia são albergues, onde você pode tanto dividir quarto com 20 pessoas quanto compartilhar só com seu grupo de amigos, ou mesmo ficar num quarto privativo.

Mais barato ainda é se hospedar de graça. Você pode fazer isso através do Couchsurfing, um site que permite oferecer e buscar acomodação grátis em qualquer parte do mundo, na casa de pessoas que moram no lugar. Saiba mais aqui. A graça é usar e abusar do esquema, que eu acho genial, com a ideia de conhecer gente interessante e ter uma visão diferente do lugar visitado.

Outra opção é descolar acomodação e refeições gratuitas em troca de trabalho. Dá pra fazer isso em uma fazenda ecológica através do WWOOF, uma rede que dá a oportunidade de conhecer formas de vida alternativas e pessoas interessantes em várias partes do mundo. Existem também sites similares mais amplos, como o HelpX, que reúne não só fazendas, mas também albergues, casas de família e outros estabelecimentos onde você pode se hospedar de graça se estiver disposto a ceder algumas horas de trabalho por dia. Veja mais sobre esses e outros programas nesse post.

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4. Evite usar cartão de crédito

Não se esqueça de ligar pra operadora do cartão e avisar pra quais países você vai viajar, pra evitar que seu cartão de crédito seja bloqueado. No entanto, esse querido amigo deve ser considerado apenas pra emergências, se possível. É que por mais que você calcule o valor final da compra convertendo a moeda, não deixa de correr o risco de se assustar com a conta no fim do mês, já que o valor do dólar ou euro cobrado costuma ser o do câmbio na data de vencimento da fatura. Se a cotação estiver mais alta, você se dá mal Além disso, existe a infeliz cobrança de IOF (Imposto sobre Operações de Crédito), que acrescenta 6,38% às suas comprinhas.

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5. Priorize o que quer conhecer

Assim como no caso das compras, antes de ir num ponto turístico pense um pouquinho se você realmente tem interesse naquilo. Isso foi uma das coisas que só aprendi com o tempo e olha, é super libertador! Não existe nenhuma regra determinando que você precisa visitar todos os museus, monumentos e parques que aparecem nos guias. Hoje, tenho zero peso na consciência de pular um museu ou restaurante famoso se achar que não é interessante pra mim. Além de dinheiro, economizo tempo, que posso dedicar a outras atividades mais legais (como passar a tarde de pernas pro ar num parque ).

6. Dê preferência ao transporte público

Informe-se sobre a existência de bilhetes de longa duração e faça as contas pra ver se valem mais a pena do que comprar um ticket por vez. Ah, e procure também as opções de transporte alternativo pra ir do aeroporto ao centro, já que pegar táxi nessa situação costuma ser uma facada.

7. Evite baladas e bebidas alcoólicas

Sempre lembro de um post de Ben, do Fluent in 3 Months, dizendo que um dos motivos pra ele conseguir viajar tanto (o cara está na estrada em tempo integral há uns 10 anos) era o fato de que ele não bebe álcool. É claro que se não for o seu caso não é preciso virar abstêmio durante a viagem. Curtir a vida noturna é, pra muita gente, uma das partes mais importantes da descoberta de uma cidade, né? Só que bebidas alcoólicas costumam ser caras, assim como a entrada em boates e festas. Por isso, se você está com o orçamento apertado, avalie cortar um pouco as baladas.

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8. Não leve nenhuma das dicas acima ao pé da letra

Por fim, lembre-se que cada caso é um caso.Todas as dicas acima devem ser adaptadas à sua realidade, suas prioridades e seu nível de exigência. Nem sempre vale a pena radicalizar nas economias e passar perrengue. Tá, você vai ter boas histórias pra contar, mas pode não aproveitar tanto aquela viagem tão esperada, né? Equilíbrio é a chave nesse assunto, como em tudo na vida.


Luisa Ferreira – Janelas Abertas

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Amanda Barbosa

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