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Por que viajar faz do mundo um lugar melhor

Todos os dias nos deparamos com centenas, talvez milhares de pessoas nas ruas. Dividimos calçadas e bancos de metrô com essas mesmas pessoas sem nem sequer olhar em seus olhos. Esperamos enquanto mãos de estranhos preparam nossa refeição ou recebam nosso dinheiro… sorrimos quando passamos muito perto de alguém e pedimos desculpas se nossos corpos se encostam… mergulhamos em um mar de almas e histórias diariamente, mas acabamos presos em nosso próprio mundo de idéias e pensamentos.

Nos esquecemos que por trás de todos esses olhos, mãos e corpos “estranhos”, existe um mundo muito maior, repleto de histórias e vivências, e que são tão complexas, bonitas e comoventes quanto as nossas próprias experiências de vida.

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E só quando saímos dessa rotina, quando paramos de andar nas mesmas ruas, pegar o mesmo trem, ir aos mesmos bares e restaurantes, é que somos forçados a ver o mundo e as pessoas que vivem nele novamente… a procurar sentir o sol, a prestar atenção em novas músicas… a experimentar novos cheiros e sons que talvez passariam despercebidos em nosso dia a dia. Mas, mais importante do que tudo isso: nós passamos a olhar nos olhos das pessoas.

Quando viajamos, sentimos a necessidade de fazer amigos, somos forçados a pedir ajuda, e a nos acostumarmos com um novo ambiente. E fazendo isso, nosso mundo começa a se abrir novamente. De repente empatia e compaixão fluem naturalmente. Nós aprendemos que cada um possui uma história, e muitas vezes aqueles que você menos espera, têm as histórias mais ricas e surpreendentes entre todas as que você já ouviu até hoje.

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Durante as minhas viagens, eu percebi que todo mundo tem sua história de dor, sucesso e fracasso… desde a mexicana que conheci em uma estação de trem na Califórnia, que conseguiu permissão para morar nos Estados Unidos para tratar da filha que havia nascido com metade do coração, mas hoje luta também contra a dependência das drogas, até o francês que conheci em uma fazenda orgânica, que após perder as três mulheres da sua vida (mãe, tia e avó), resolveu deixar um ótimo emprego em Paris para viajar  de carro pela Europa e realizar o sonho de trabalhar com gastronomia.

“Nunca julgue um livro pela capa”. Esse é um ditado que ouvimos desde pequenos, mas apenas quando vivenciamos certas situações  e conhecemos pessoas, independente de qual seja a cultura, credo, raça ou religião, é que essas palavras passam a fazer sentido, e passamos a  entender o que de fato as levou a agir assim ou assado ou o que as deixa felizes ou tristes. E então, percebemos o quão incrivelmente parecidos nós somos.

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Percebemos que todo mundo se apaixona, que existem problemas políticos no mundo todo (ou quase todo), e que todo mundo tem seus altos em baixos na vida. Mas no final das contas,  tudo o que  queremos é pertencer ou fazer parte de alguma coisa.

Nós acabamos vivendo em um mundo separado entre direita e esquerda, preto e branco, rico e pobre. Mas quando viajamos, quando vemos além desses olhares perdidos no meio de multidões e mãos sem nome, de repente, essas diferenças tornam-se muito pequenas. De repente, os rostos passam a se tornar familiares, os sorrisos mais contagiantes e todas as paredes que separam essas diferenças são derrubadas. De repente, o mundo torna-se mais amável, gentil e passa a ter uma distância infinitamente menor, capaz de conectar cada uma das pessoas que nele vivem..


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Amanda Barbosa

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