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Viajante conta como foi a experiência de fazer work exchange pela primeira vez (e sozinha)

Quem acompanha o blog Por Uma Vida Mais Rica, sabe que o meu tema preferido aqui são as viagens através de work exchange, (trocar trabalho por hospedagem), onde além da economia, é possível vivenciar o dia a dia de uma cultura completamente diferente daquela que estamos acostumados, o que nos permite enxergar o lugar de uma outra maneira e viver experiências e relações muito mais profundas com os locais.

E para provar tudo isso que estou falando, aqui está a entrevista que o site Workaway fez com a viajantes Chloe, uma americana que está experimentando o work exchange pela primeira vez na Italia.
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Qual foi a experiência que você escolheu para fazer work exchange pela priemeira vez?

Minha primeira experiência de work exchange está sendo em Genova, Italia, na região de Liguria. Eu moro com uma família e a minha tarefa principal é integrar o máximo possível o idioma inglês durante o tempo que fico com o filho de 3 anos do casal italiano que está me hospedando. Eu passo a maior parte do tempo brincando e jogando, e também ajudo em algumas tarefas de casa, como lavar a louça, e manter a casa organizada.

O que te levou escolher work exchange ao invés de um mochilão?

Eu escolhi o wok exchange porque a experiência abrange diversos aspectos maravilhosos que uma viagem de imersão cultural oferece, e além de tudo ainda me possibilita viajar com um orçamento que está dentro do meu planejamento.

Depois de acompanhar experiências de outras pessoas, eu comecei a me interessar pelo assunto, pois estava em busca de uma viagem mais livre, onde eu pudesse ter um controle maior do meu ritmo, e o wok exchange supria todas essas necessidades, além de me possibilitar fazer todo o planejamento da tela do meu computador, como entrar em contato com os hosts; buscar um local; planejar quanto tempo ficar; o que fazer, e ainda ser presenteada com uma quarto e uma casa. E principalmente porque me trazia uma mudança de padrões, algo que eu estava buscando na minha vida.

O que você sentiu de diferente ao viajar dessa maneira?

A escolha de ficar em casa de pessoas foi minha, e para mim a maior diferença entre uma viagem convencional e um work exchange é o fato de você poder ter uma família. Eu aprendi que mesmo em um hostel ou um acampamento, é possível sentir-se em casa depois de alguns dias, pois esse tipo de experiência te permite mergulhar profundamente na raiz de um lugar. Eu estou tendo o privilégio de estar com uma família que me recebeu de braços abertos, e que se importa de verdade comigo. Nós conversamos de tudo e sinto como se nos conhecêssemos há anos. Sinto como se eu realmente fizesse parte de suas vidas e descobri que esse sistema nos permite experimentar isso de perto.

Quais foram as lições mais valiosas que você teve até agora?

Eu aprendi que as coisas não são tão complicadas quanto parecem. É como se uma força interior se manifestasse dentro de mim e me tornasse mais confiante em determinadas situações, como por exemplo, pedir informações para estranhos, dominar o sistema de transporte público ou simplesmente aprender a ficar sozinha.

E quais foram os obstáculos?

O maior obstáculo que precisei superar foram as cantadas e olhares, decorrentes do fato de estar viajando sozinha. Eu venho de um lugar frio, onde na maioria das vezes precisava usar casacos e botas, e aqui na Itália, uso vestidos e roupas mais abertas. Alguns podem dizer que esse é um convite para atrair atenções, e talvez seja verdade, mas ao sair para uma caminhada de 15 km, eu escolho estar vestida de maneira adequada e confortável para aquela ocasião. Então, tenho aprendido a lidar com esse tipo de situação.

Qual é o seu maior conselho para as pessoas que têm vontade de fazer uma viagem nesse estilo?

Meu maior conselho é: siga a sua voz interior! Em tão pouco tempo de viagem, eu pude fazer coisas que me levaram às minhas melhores experiências até agora. Se você tem vontade de ir até aquele bar que você acha bacana, vá… se acha que o preço daquele hostel vale a pena, experimente, ou se acha que aquela pessoa que você conheceu é de confiança, por que não dar uma chance de conhecê-la melhor? Procure sempre saber onde está o seu passaporte e tenha uma rota de fuga em mente, caso considere necessário, e então deixe que as coisas fluam! Aprenda a abraçar a incerteza, porque é ela que vai te proporcionar suas melhores memórias!

E agora, qual é o seu plano?

Para as minhas próximas experiências com work exchange eu planejo sair ainda mais da minha zona de conforto e trabalhar em uma fazenda ou hostel. A opção do hostel me anima bastante, pois todas as vezes que me hospedei em um,  eu pude conhecer outras pessoas, fazer amigos e ter uma visão incrível desse novo estilo de vida que quero pra mim.

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É por esses e outros motivos, que experiências como a de Choe são tão importantes para empoderar pessoas, pois quando vamos em busca daquilo que nos move de verdade, conseguimos criar uma nova maneira de ver e viver a vida!

Tire da vida o que você pode colocar nela!


 Workaway

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Amanda Barbosa

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