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São Thomé das Letras: uma experiência que não se explica

Mesmo depois de duas semanas de volta de São Thomé das Letras, onde fiquei por 15 dias fazendo work exchange, “coincidências” sobre esse lugar continuam acontecendo. E foi esse o motivo que me inspirou a escrever esse texto.

São Thomé é bastante conhecido por ser um local de muito poder e energia, mas para ser sincera, eu pouco sabia sobre esse misticismo todo antes de chegar lá… acho que isso foi o que tornou a minha experiência tão mágica.

E essa tal energia é tão forte, que é capaz até de fazer um carro com motor desligado subir uma ladeira (ao invés de descer, como seria o normal em qualquer lugar do mundo). Se você duvida, ao terminar de ler esse artigo, assista ao vídeo que coloquei aqui embaixo.

Além disso, há uma história sobre a existência de uma caverna que liga São Thomé a Machu Picchu, que por sua vez, é outro lugar de muito poder. Esse mesmo vídeo aqui embaixo, conta que o exército fez uma expedição nessa caverna, e depois de andar por duas semanas dentro dela, voltaram, pois não conseguiram encontrar seu fim.

Bom, mas histórias a parte, a verdade é que durante a minha experiência em São Thomé, muitas sincronicidades aconteceram.

Tudo começou quando cheguei, logo de manhã. Desembarquei do ônibus e fui direto tentar uma carona para o local onde eu iria me hospedar: um sítio de permacultura na zona rural da cidade. Como não existe transporte público para a “roça”, carona é super normal por lá.

Mas, eu ainda não havia assimilado essa informação da carona muito bem. No fundo, estava com aquele medinho de sentar na beira da estrada e botar o meu dedinho lá… piorou quando me disseram que a carona para o local que eu precisava ir era escassa, e que provavelmente eu só conseguiria se fosse com algum caminhão que transporta pedra.

Nesse momento, só conseguia me lembrar de uma conversa com uma argentina que conheci no Rio Grande do Sul, que me contou que estava viajando pelo Brasil de carona, e do meu pensamento em relação a isso: “nossa, eu não tenho essa coragem que ela tem”…

E lá estava eu, na estrada, pedindo carona.

Fiquei sentada por quase uma hora tentando encontrar alguém que fosse para aqueles lados, mas sem sucesso… até que conheci o Reginaldo. Ele morava em uma comunidade na roça, e também estava tentando uma carona… começamos a conversar, e papo vai, papo vem, descobrimos dois amigos em comum… pois é: as sincronicidades começaram aí!

São Thomé das Letras
Eu e Reginaldo, meu primeiro amigo em São Thomé

Eu estava exausta naquele dia, pois havia viajado por toda a madrugada sem pregar o olho um só minuto. E então, Reginaldo me levou na pousada do Neto, seu amigo, para que eu pudesse tomar um banho e descansar um pouco. Além de uma filha linda, Neto tinha um cachorro chamado Alegria…

…ALEGRIA: mesmo nome da filha de uma voluntária venezuelana que conheci dias antes, em uma ecovila no Rio de Janeiro!
São Thomé das Letras
Alegria na ecovila carioca
São Thomé das Letras
Alegria na pousada mineira

Reginaldo foi meu super guia de São Thomé. Me levou para conhecer diversos lugares e ainda me contou histórias sobre a cidade e sua vida…quando vi, já era quase noite, e então resolvi dormir no Neto, e partir para a roça no dia seguinte, quando tivesse claro.

Um dia naquela cidade bastou para que eu percebesse que havia algo muito diferente nesse lugar. Acordei mais aberta e confortável com a idéia da carona, independente se fosse um carro ou um caminhão de pedra.

Enquanto esperava na estrada, conversei por alguns minutos com uma menina, que também aguardava uma carona. Falamos um pouco da vida e então parti: em um caminhão de pedra!!!

São Thomé das Letras
Caminhão de pedra

E ao contrário do meu julgamento tolo, tanto o motorista, quanto seu colega, me trataram com muito respeito e zelo. Mais até do que muita gente que se diz “amiga” por aí. Esse foi um grande tapa na cara ao meus pré conceitos…  lição que guardarei para a vida!

Pouco tempo depois, ao ler os comentários de uma postagem que fiz na minha Fanpage, falando exatamente sobre as sincronicidades de São Thome, me deparei com a seguinte frase: “Nossa olha que legal curti sua page bem antes e nos conhecemos hoje na cidade pra pegar uma carona pra roça”. – Era a menina que eu havia conhecido antes de embarcar no caminhão de pedra…

E a cada novo dia, um novo acontecimento me convencia sobre todo esse poder de São Thomé…

Meu celular, que vira e mexe, marcava uma hora a mais do que realmente era (não, não era horário de verão); a menina que conheci por acaso, que também se chamava Amanda e também morava em Santos, mais precisamente a duas quadras da minha casa, e por aí vai…

Mas, o “sentir na pele” de toda essa energia, se deu quando fui visitar uma das grutas da cidade. O guia nos contou que na época dos escravos, as mães pariam dentro da gruta, e por isso, a parte final dela, quando vira um túnel que desemboca na cachoeira, significa renascimento.

São Thomé das Letras
A foto mostra algumas bolas de energia na entrada da gruta

Em um certo momento, comentei com o guia que estava sentindo uma pressão muito forte na minha cabeça, e ele disse que exatamente naquele local, muitas pessoas vêem e sentem muitas coisas (era o local do renascimento). Quando saí da gruta, a pressão imediatamente foi embora.

Pouco tempo depois, fiz o link do renascimento com aquela sensação. Lembrei que senti essa mesma pressão na cabeça o dia em que fiz uma regressão, onde eu trabalhava meu nascimento.

São Thomé das Letras
Cachoeira, na saída da gruta
E, mesmo deixando São Thomé, as “coincidências” continuam acontecendo…

Duas semanas depois, enquanto escrevia para uma amiga no whatsapp sobre essa viagem, ela imediatamente me responde dizendo que a Globo estava falando sobre São Thomé naquele instante. Segundos depois, por algum motivo, relembrei da história da caverna que liga a cidade à Machu Picchu, e então, sem querer, ouvi a mulher que estava ao meu lado na praia, perguntar para a pessoa que estava com ela: “Como é que se escreve Machu Picchu”?

Realmente fica difícil explicar tudo isso, né?

E aqui está o vídeo que comentei aqui no post. Vale super a pena assistir:

 

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Amanda Barbosa

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