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Por que o meu work exchange no sudeste asiático me deixou rica

Como é bom saber que o Projeto Por Uma Vida mais Rica tem cumprido com o objetivo pelo qual foi idealizado: encorajar e empoderar pessoas a trilharem seus caminhos de autoconhecimento através de viagens com propósito!

E dessa vez, quem veio para compartilhar como vem sendo viajar fazendo work exchange, é a minha xará, Amanda, que atualmente está no sudeste asiático, em sua primeira experiência!

Texto de Amanda Fernandes:

Encontrei um texto da Amanda, ou ele me encontrou, por afinidades de nome e chamado. Li até o final, ele falava de alguma coisa sobre ter uma vida mais rica. Eu sabia que minha riqueza não era da matéria, tivemos o match pois nem a dela era.

Um dia vou pro mundo, eu disse, e o work exchange foi o grande responsável por abrir portas, possibilidades e oportunidades. Primeiro, por quesitos financeiros, pois todas as minhas tentativas ao planejar uma viagem, acabavam sendo frustradas, já que era escancarado o quanto acomodação e alimentação arrebentavam com qualquer orçamento. Segundo, pensando pelo lado do autoconhecimento, onde eu sempre busquei respostas no aspecto vocacional,  no que eu realmente gosto de fazer, etc…

Work exchange no sudeste asiático - Por Uma Vida Mais Rica

A experiência

Com o work exchange, eu pude experimentar uma infinidade de coisas sem pagar por isso e ir me conhecendo nesse processo. Sem contar meu inglês, que criou asas e vem melhorando cada vez mais!

A minha primeira experiência foi em uma praia sussinha no sul da Tailândia, Koh Lanta. Escrevendo o texto, consigo sentir o cheiro das panquecas matinais que o Claudio, meu anfitrião italiano, preparava no café da manhã. Eu trabalhava apenas 1 hora por dia limpando o banheiro e lavando a louça da janta. O resto do dia era free.

Work exchange no sudeste asiático - Por Uma Vida Mais Rica

No acordo, estavam inclusos acomodação e 3 refeições diárias, e a noite, histórias sobre a cultura italiana, o povo tailandês e o mundo.

Eu e meu namorado ficamos apenas 1 semana, pois era uma workaway pago. Descobrimos isso depois de chegarmos lá, e o valor desembolsado era em média de 5 reais por dia, dormindo, comendo e aproveitando. Nada absurdo. mas como estávamos em busca de experiências “mais em conta”, partimos para um vilarejo no norte da Tailândia chamado Chiang Pai, com pouco mais de 5000 habitantes.

Work exchange no sudeste asiático - Por Uma Vida Mais Rica

Dessa vez, ficamos em um centro de meditação e a troca consistia em 6 horas de trabalho por dia, 1 folga por semana, acomodação e 3 refeições inclusas.

O trabalho era informar aos turistas sobre os programas que o centro oferecia, limpar os quartos, quando solicitado, e manter o local em ordem. Nas folgas, íamos para cachoeiras, e em uma feirinha noturna, que era a coisa mais delícia da vida. Ganhamos for free do senhor White, nosso anfitrião de terras australianas, sessão de terapia craniossacral, um negócio que a gente nunca tinha escutado falar.

Work exchange no sudeste asiático - Por Uma Vida Mais Rica

Após 2 meses, partimos pra Malásia – Kuala Lumpur – e atualmente estamos trabalhando na recepção de um hostel, no coração da cidade. Massa demais! Aqui eles pagam em torno de R$ 500,00 mensais, acomodação e café da manhã. O trabalho consiste em informar os hóspedes sobre o que fazer pela cidade, entregar chave do quarto, etc. Depois daqui, temos planos de voltar para a Tailândia.

Gastos

Ao longo desses 5 meses, eu e meu namorado gastamos em torno de R$ 5.500,00, sem contar transporte aéreo. Nesse valor, estou considerando passeios, o curso de massagem que fiz na Tailândia e o mês que a gente se deu de folga na praia, sem fazer work exchange.

Work exchange no sudeste asiático - Por Uma Vida Mais Rica

Perrengues

Contando tudo assim parece que foi só coisa boa… Mas teve perreio e muito…

…Tivemos problemas com um casal de funcionários de um de nossos hosts na Tailândia, que chegou a nos apontar uma faca. Segundo o nosso host, eles se sentiram ameaçados com a nossa presença, e acredito que para tentar nos fazer sair de lá, ficavam delegando coisas que não tinham nada a ver com o trabalho. Até que certo, dia meu namorado se irritou e acabou discutindo com eles. Depois dessa, fizemos as malas e resolvemos ir embora….

…Hoje a gente ri de tudo isso. Nós estávamos decididos a crescer com toda e qualquer experiência. Enfrentamos tudo com uma maturidade de dar inveja até para a Amanda (eu) de 1 ano atrás. Pessoalmente, acredito que viajar tem dessas, ou você enfrenta o que você precisa enfrentar na hora e resolve, ou esquece, porque de peso já temos as nossas bagagens, que juntas somam 17 KG e é o único que a gente precisa.

Work exchange no sudeste asiático - Por Uma Vida Mais Rica

Obrigado Amanda Barbosa, por ter dividido sua riqueza e mostrar que é possível ter uma vida mais rica e colecionar histórias incríveis  com muito pouco ou quase nada.

Work exchange no sudeste asiático - Por Uma Vida Mais RicaAmanda Fernandes é jundiaiense, terra onde a coxinha de queijo existe SIM. Gosta de azul, se encontra consigo mesmo na queda de uma cachoeira. Escreve para se pôr no papel e se ver ampliada. Viaja pra se perder e logo no próximo instante se achar.

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Amanda Barbosa

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